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A lenda do coelhinho da Páscoa é uma das mais tradicionais e preferidas das crianças, junto com o papai Noel

Ainda é bastante comum que os pais preparem todo um aparato no domingo pascal para que as crianças encontrem os ovos. Pequenos pedaços de cenoura e as famosas pegadas espalhadas pela casa levam até onde os ovos estão escondidos e aguçam o imaginário das crianças perpetuando cada vez mais a lenda.

Uma das explicações do coelho ser um símbolo na páscoa está na fertilidade do animal. Esta versão pode estar relacionada a religiosidade do feriado, já que a data marca a ressurreição de Cristo e o final da quaresma. Graças a capacidade de reprodução e de gerar novas vidas rapidamente, o coelho acaba sendo um símbolo religioso.

Páscoa | Recanto Alvorada Eco Resort
Páscoa em Brotas | Recanto Alvorada Eco Resort

No entanto, outra história aparece para tentar explicar a relação entre o animal e a Páscoa. Trazida da Europa há mais de 300 anos, a versão alternativa conta que uma mulher pobre pintou ovos de galinha e escondeu para que os filhos encontrassem. No domingo pascal, as crianças ao encontrarem os ovos, viram um coelho próximo ao local e acabaram acreditando que era ele quem havia trazido.

Além das duas versões, uma terceira surge na Alemanha. A lenda conta que os pais também escondiam os ovos dos filhos, só que em grandes quintais onde ficavam os coelhos das famílias (animal doméstico comum no século 18).

Graças ao alvoroço das crianças procurando os ovos, os animais também se agitavam e corriam de um lado para outro. Logo os adultos acabaram relacionando o animal ao evento pascal e diziam as crianças que eram os coelhos quem traziam os prêmios da Páscoa.

Países que comemoram a Páscoa de maneira curiosa ou inusitada

Historiadores creditam a criação da Páscoa pelos judeus. Daí o termo Páscoa Judaica. Os festejos comemoram o êxodo dos Hebreus do Egito, onde eram escravizados. O fato ocorreu por volta de 1280 a.C. e simbolizou o fim da escravidão para esse povo. Tamanho acontecimento acabou sendo muito festejado num evento que se estende até hoje entre os que seguem essa religião. O feriado é chamado de Pessach.

Austrália

Na Austrália o fato curioso fica por conta do animal que representa a Páscoa. Diferente da maioria dos outros países, o mascote pascal dos australianos é o Bilby (nome popular). Um marsupial típico do país, que corre risco de extinção. A escolha só pode ter sido feita no intuito de preservar o animal.

O bizarro é que os australianos consideram os coelhos uma praga incontrolável, graças a sua capacidade de reprodução bastante acelerada. Totalmente o contrário do que o coelho representa para outras sociedades.

A “praga” teve início por volta de 1860 quando um britânico levou até a Austrália cerca de 24 coelhos para que fosse possível praticar seu hobby preferido: caçá-los. Em menos de 10 anos esses animais se reproduziram de forma extremamente rápida e os australianos passaram a considerá-los pragas incontroláveis.

França

Outro país que tem uma maneira bastante própria e peculiar de festejar a Páscoa é a França. Pelo menos em algumas regiões como Bessières e Ariège, desde 1973 é comum na segunda-feira de Páscoa, uma ordem chamada Confraria Mundial da Omelete Gigante de Páscoa confeccionarem um omelete gigante, utilizando mais de 15.000 ovos!

Alemanha

Outro país europeu que mantém suas tradições pascais é a Alemanha. Em terras alemãs, é comum festejar além da Páscoa, a chegada da Primavera. Os alemães festejam a mudança de estação muito pelo fato do rigoroso inverno de chegado ao final.

Para unir as duas coisas, por lá os moradores costumam esvaziar ovos de galinha com um pequeno furo e pintá-los com cores vivas e vibrantes. Após isso, os penduram nas árvores como forma de simbolizar a chegada da primavera sem deixar de lado um elemento que relembra a Páscoa.

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